Anatilde, Professora Bióloga, atualmente,Vice - Diretora da E. E. José Vieira, em São Gonçalo do Amarante. Essa jovem é nora da escritora Gilda Avelino, e quase ninguém sabe que ela é também artista plástica.
Veremos suas obras na parede da própria Escola. Um deleite de encanto e magia...
Olha, Tilde! Eu adoro seu trabalho, Sua Pintura! Sinto vontade de caminhar nessas paisagens de pura paz. Noutro momento mostrarei suas telas. Agora eu não tenho as fotos, mas irei procurar para poder terminar essa matéria. Um fratenal Abraço! Te sinto Amiga... tenho esse dom de sentir as amizades verdadeiras. Paz e luz pra você e família.
Fatima Alves/ Poetisa da Caatinga
Este espaço, tem como objetivo principal, divulgar as vozes poéticas da caatinga nordestina,em grandeza, beleza e dificuldades...Vozes daqueles(as) que vivem a respirar pela arte, o silêncio e os gritos do povo e da terra deste lugar... Mostraremos retratos sentimentais de um bioma rico em diversidade de vidas e culturas, mas que no entanto, pouco é estudado, e menos ainda compreendido...Um bioma que muda a cara para sobreviver as prolongadas estiagens...
Páginas
Postagens populares
-
O Bugari e o Jasmim Á flor de Bugari Minha flor de Bugari Que dorme durante o dia Que a noite faz poesia Que encanta o luar Minha...
-
F l o r e s e m M i n h a s M ã o s: Veja flores de vários tipos e cores diversificadas. Me deleito no prazer de co...
-
Os danos da seca no RN... Há cinco longos anos Não chove o suficiente Para acabar com os danos d...
-
Falando de mim mesma para o mundo... Sou Fátima Alves ( Poetisa da Caatinga) Uma anônima poetisa e professora... E...
-
Versos para Samira Mamãe Lígia! Sou a sua estrelinha Viverei sempre a brilha...
Caatinga/ mandacaru em flores
Visitantes
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Serras do Alto Oeste- Mostrada por Fátima Alves( Poetisa da Caatinga) São Miguel / Cel. João Pessoa
Nossas Serras do Alto Oeste
São Miguel ****Nossa Cidade
Estou colocando em dia, vozespoetasdacaatinga... E ao mesmo tempo pedindo desculpas por todos os eventos atrasados, que por motivo de estudos e trabalho, deixei este lindo espaço congelado... Vou tentar sempre estar com a voz de qualquer arte deste povo potiguar, em especial da Caatinga. Bioma ao qual me dedico de ação e também de alma...
Agora mostrarei aas belezas do meu lugar
Esse lindo Mar de Serras da Caatinga Potiguar
Onde no topo das Serras
Ou entre seus vales imensos
Há sempre belas cidades
E eu pertenço a duas delas

Nossa linda São Miguel
A primeira é São Miguel
Fica em cima da Serra do Camará
Tem uma lagoa deslumbrante
Onde a cidade começou
E o ponto mais alto do Estado
Deus também deixou ali
É a Serra de São José
O lugar mais belo que ja vi
Chegando em São Miguel
Ficamos mais perto do céu
E como eu sou de lá!
Me sinto estrela flor
Nós Amamos São Miguel
São Miguel do Alto Oeste
De onde podemos contemplar
Um mar de serras infinito aos olhos
E nós ( Eu e Meu esposo)filhos de lá
Amamos a nossa terra
Nossa linda São Miguel!

Quisera eu, ser beija-flor, abelhinhas, passarinhos, besourinhos ou borboletas... Só pra ficar me encantando nesse lindo florescer!
Igreja matriz de São Miguel Arcanjo - Santo padroeiro da cidade

Eu e Emanuel, revendo nossa terra e lembrando da singela vida que aqui tínhamos.


*********
Agora apresentamos !
Coronel João Pessoa
A segunda cidade que vamos
Mostrar agora !
É Cel. João Pessoal
Antes chamada Baxio de Nazaré
Que de São Miguel se emancipou
Na época em que eu nasci
Essa fica num imenso vale
Todo rodeado de serras
Esse lugar é mui belo
E tem uma linda cachoeira
Que pra todos se derrama
Encantando quem lhe olha
Estamos em junho de 2011
E aqui tudo esta exuberante
Deus enfeitou Serras e Vales
Com verde e flores multicores
E o povo contagiado
Pelas belezas tão divinais
Enfeitam com muito esmero
O centro dessa cidade
E quando chega a noitinha
Dançam, namoram e cantam
Sobe o brilho das estrelas
A minha Serra é aqui
Em Coronel João Pessoa
Se chama Serra das Almas
E lá morava o meu povo
Somente a família Batalha
Que há anos de lá desceu
Em busca dos vales do Encanto
Onde resolveu ficar. E pra serra não voltou.

Eu e meu filho Expedito, lugar onde ele viveu seus até 05 aninhos.

A pequena e aconchegante igreja da cidade.
ENCANTO É SEMPRE ASSIM!
Pequenina e linda! É nossa Cidade Encantada!!!

Início da zona urbana. Esta casinha fica numa pequena praça e representa a lenda que deu origem ao nome da cidade de Encanto.


Ponta da Serra- Um singelo povoado antes de começar a zona urbana

São Miguel ****Nossa Cidade
Agora mostrarei aas belezas do meu lugar
Esse lindo Mar de Serras da Caatinga Potiguar
Onde no topo das Serras
Ou entre seus vales imensos
Há sempre belas cidades
E eu pertenço a duas delas

Nossa linda São Miguel
A primeira é São Miguel
Fica em cima da Serra do Camará
Tem uma lagoa deslumbrante
Onde a cidade começou
E o ponto mais alto do Estado
Deus também deixou ali
É a Serra de São José
O lugar mais belo que ja vi
Chegando em São Miguel
Ficamos mais perto do céu
E como eu sou de lá!
Me sinto estrela flor
Nós Amamos São Miguel
São Miguel do Alto Oeste
De onde podemos contemplar
Um mar de serras infinito aos olhos
E nós ( Eu e Meu esposo)filhos de lá
Amamos a nossa terra
Nossa linda São Miguel!
Quisera eu, ser beija-flor, abelhinhas, passarinhos, besourinhos ou borboletas... Só pra ficar me encantando nesse lindo florescer!
Igreja matriz de São Miguel Arcanjo - Santo padroeiro da cidade

Eu e Emanuel, revendo nossa terra e lembrando da singela vida que aqui tínhamos.

Abaixo a feira de objetos de nossa cerâmica, uma cerâmica totalmente primitiva e de grande valor simbólico para nós micaelenses.
Serra de São Miguel ***abril de 2011
Exuberância em beleza, perfume e flores.*********
Agora apresentamos !
Coronel João Pessoa
A segunda cidade que vamos
Mostrar agora !
É Cel. João Pessoal
Antes chamada Baxio de Nazaré
Que de São Miguel se emancipou
Na época em que eu nasci
Essa fica num imenso vale
Todo rodeado de serras
Esse lugar é mui belo
E tem uma linda cachoeira
Que pra todos se derrama
Encantando quem lhe olha
Estamos em junho de 2011
E aqui tudo esta exuberante
Deus enfeitou Serras e Vales
Com verde e flores multicores
E o povo contagiado
Pelas belezas tão divinais
Enfeitam com muito esmero
O centro dessa cidade
E quando chega a noitinha
Dançam, namoram e cantam
Sobe o brilho das estrelas
A minha Serra é aqui
Em Coronel João Pessoa
Se chama Serra das Almas
Somente a família Batalha
Que há anos de lá desceu
Em busca dos vales do Encanto
Onde resolveu ficar. E pra serra não voltou.
Essa Serra mais alta é a Serra das Almas, onde a família Batalha morava, num pequeno povoado, encravado na base da serra, escondido entre colinas e também do resto do mundo. Esse lugar tinha características de um quilombo de índios.
E a seguir... Apresento A linda Encanto, onde tudo lá pode ser encantado!!!!
Encanto fica num vale lindo entre Serras e Colinas. Sua área urbana, é cortada por um rio, que não é perene, mas suas águas são represadas e formam o Açude de Encanto, geralmente o primeiro sangrar no RN, quando a chuva chega, pois ele recebe as aguas de muitas serras. Inclusive da mais alta, A serra de São José, que vem descendo e sendo represada em várias barragens, até chegar no açude do Bonito em São Miguel, daí, em diante, continua sua descida até chegar no açude ( barragem ) de Encanto, e vai seguindo rumo ao Rio Mossoró, que a leva para o mar. É um lindo trajeto, que apenas, os amantes da natureza, podem contemplá-lo, mesmo sem querer poder segui-lo...
Encanto no período chuvoso. Um paraíso com campos floridos! Pura beleza! É inverno, e Encanto cobre-se com flores, e tudo o que era seco, brota de forma exuberante. Para minha subjetividade, essa cidade, Minha MÃE, adotiva, aos meus olhos e sentir... É mesmo ENCANTADA!!!
Sítio Terra Boa*** Zona rural de Encanto. No inverno, parece um paraíso... Olha que beleza!E esse lindo riacho de águas marronzinhas muitas vezes atravessei.
Abaixo a linda capelinha, onde o povo da Caatinga ora pelos problemas, principalmente pedindo chuva.

Inverno no Encanto! E seu maior reservatório d'agua está cheio. É uma lindo Açude, que banha os campos com graça e beleza.
Encanto é simplesmente um verdadeiro encanto... Seca ou verde, pra mim essa cidade é sempre linda.

Sítio Valentim- Zona rural- Eu e minha sobrinha Belinha.

Eu e meu sobrinho e sobrinha.
Sítio Tataíra- Encanto / RN- Um lugar que muitas vezes andei a pé sob o Sol abrasador. Mas Em qualquer época, esse lugar é sempre lindo.
Uma cena que não esqueço... Linda demais! Pura paz para o meu Coração...
A noite reina na paz de um povo humilde, que sabe conviver com sua Terra (Mãe Gaia) Deusa da vida... Na magnífica concepção dos antigos povos gregos.
Agora veremos algumas fotos da Zona Urbana de Encanto/ RN
Eu e meu filho Expedito, lugar onde ele viveu seus até 05 aninhos.

A pequena e aconchegante igreja da cidade.
ENCANTO É SEMPRE ASSIM!
Pequenina e linda! É nossa Cidade Encantada!!!

Início da zona urbana. Esta casinha fica numa pequena praça e representa a lenda que deu origem ao nome da cidade de Encanto.


Ponta da Serra- Um singelo povoado antes de começar a zona urbana

Termino no sítio Valentim. Essa imagem é perto do Rio, e escolhi esse lugar pra terminar essa singela matéria , porque adoro flores amarelas. Elas sempre alegram minha alma... E eu as ofereço a todos das três cidades que acabo de mostrar ao Nosso RN e também ao Brasil e ao mundo...
Fátima Alves / Poetisa da Caatinga
Natal / 02/09/2011
Fotos de autoria da Fátima Alves e Emanoel Milhomens
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Estrela inda Nova - Fátima Alves ( Poetisa Caatinga Potiguar)
Num céu bem azul
Com nuvens branquinhas
E coloridas também
Sou mais uma estrela
Que vivo a brilhar
Depois que meu sol
Me faz acordar
Estrela menina
Ainda novinha
Num céu de mistérios
Precisa andar
Cometas e asteróides
Encontro aqui
Me sinto encantada
E finjo dormir
Juntinho da lua
Eu gosto de estar
Seu brilho é suave
E não vai me ofuscar
Com ela caminho
Num céu de grandezas
E o silêncio da noite
Me leva a sonhar
Que num arco-íris
Fátima Alves/ Poetisa da Caatinga
Natal /08.06.09
Texto da minha Obra "Palavras Singelas e Encantamentos..." Publicado agora em agosto de 2011- é um livro infanto-juvenil.
Minha Terra é a Caatinga - Cel. João Pessoa /São Miguel/RN
Minha Terra é a Caatinga
Minha terra! Berço meu...
É a caatinga nordestina
Sua cara é inconstante
Pois a seca vem nos ver
E as vezes quer ficar
Muito tempo a nos secar
Pra mudar nossos retratos
Nesse tempo que não chove
A paisagem adormece
E parece que estar morta
Mas quando a gente conhece
Sabe que tudo estar vivo
A esperar pelas chuvas
Pra acordar bem feliz
Quando chove em nossa terra
Um manto verde é bordado
E o sono de tudo seco
Agora lindo desperta
Pra natureza festejar
Em abundante riqueza
Um bioma tão diverso
Minha terra ! Berço meu...
Te conheço feito abelhas
Que visitam tuas flores
E te amo como as nuvens
Que chovem pra te acordar...
Caatinga! Berço meu...
Quero ter sempre a sua cara...
Fatima Alves / Poetisa da Caatinga /Natal /27.09.09
Texto publicado na minha obra"RETRATOS SENTIMENTAIS DA VIDA NA CAATINGA"-2010
Minha terra! Berço meu...
É a caatinga nordestina
Sua cara é inconstante
Pois a seca vem nos ver
E as vezes quer ficar
Muito tempo a nos secar
Pra mudar nossos retratos
Nesse tempo que não chove
A paisagem adormece
E parece que estar morta
Mas quando a gente conhece
Sabe que tudo estar vivo
A esperar pelas chuvas
Pra acordar bem feliz
Quando chove em nossa terra
Um manto verde é bordado
E o sono de tudo seco
Agora lindo desperta
Pra natureza festejar
Em abundante riqueza
Um bioma tão diverso
Minha terra ! Berço meu...
Te conheço feito abelhas
Que visitam tuas flores
E te amo como as nuvens
Que chovem pra te acordar...
Caatinga! Berço meu...
Quero ter sempre a sua cara...
Fatima Alves / Poetisa da Caatinga /Natal /27.09.09
Texto publicado na minha obra"RETRATOS SENTIMENTAIS DA VIDA NA CAATINGA"-2010
domingo, 14 de agosto de 2011
Voz poética de Emanoel Milhomens Carvalho(Poeta de São Miguel/RN)
Lembranças do meu Sertão
As vezes vem na lembrança as coisas do meu sertão
A casa velha de barro também de barro o fogão
Com uma chapa de ferro quatro furos com tampão
Trabalhando o dia inteiro movido a lenha ou carvão
Os utensílios de barro e um forno de assar pão
Era aceso o dia todo pra preparar a refeição
Na sala a gente via a velha mesa encostada
Oito cadeiras de couro lamparinas penduradas
Seis tamboretes espalhados pra quem fizesse chegada
Sete tornos nas paredes pra rede nas descansadas
Um pote de agua fria colhida na invernada
E sobre a mesa eu vi um ferro de passar a brasa
No quarto do casal tinha cama com colchão de palha
A janela pro nascente a porta dava pra sala
O oratório na mesinha com são Vicente de Paula
Perto da cama uns tijolos em cima deles a mala
Pendurada na parede a espingarda e as balas
Debaixo da cama o penico que tudo ver mas não fala
Um outro quarto isolado com um grande janelão
Era muito utilizado como paiol de algodão
E alguns silos que guardava milho farinha e feijão
Também guardava as ferragens foice machado facão
A sela de montaria espora arreios gibão
Moinho de moer café e o arado de cortar chão
No terreiro da cozinha se encontrava um pilão
Mais na frente pude ver carroça e carro de mão
Galinha pato guine a pequena criação
No cercado um burro preso comia numa cocheira
Embaixo de uma latada um boi de campinadeira
Descansava do trabalho admirando a capoeira
Vendo a casa por fora de alpendres rodeada
Um cepo velho rachado um banco e uma rede armada
Uma pedra de amolar e a cangalha pendurada
Em frente um juazeiro sombreava o ambiente
Atrás o curral de gado mantinha algumas sementes
São lembranças do sertão que guardo na minha mente
Emanoel Milhomens de Carvalho
Natal / 09/07/2011
As vezes vem na lembrança as coisas do meu sertão
A casa velha de barro também de barro o fogão
Com uma chapa de ferro quatro furos com tampão
Trabalhando o dia inteiro movido a lenha ou carvão
Os utensílios de barro e um forno de assar pão
Era aceso o dia todo pra preparar a refeição
Na sala a gente via a velha mesa encostada
Oito cadeiras de couro lamparinas penduradas
Seis tamboretes espalhados pra quem fizesse chegada
Sete tornos nas paredes pra rede nas descansadas
Um pote de agua fria colhida na invernada
E sobre a mesa eu vi um ferro de passar a brasa
No quarto do casal tinha cama com colchão de palha
A janela pro nascente a porta dava pra sala
O oratório na mesinha com são Vicente de Paula
Perto da cama uns tijolos em cima deles a mala
Pendurada na parede a espingarda e as balas
Debaixo da cama o penico que tudo ver mas não fala
Um outro quarto isolado com um grande janelão
Era muito utilizado como paiol de algodão
E alguns silos que guardava milho farinha e feijão
Também guardava as ferragens foice machado facão
A sela de montaria espora arreios gibão
Moinho de moer café e o arado de cortar chão
No terreiro da cozinha se encontrava um pilão
Mais na frente pude ver carroça e carro de mão
Galinha pato guine a pequena criação
No cercado um burro preso comia numa cocheira
Embaixo de uma latada um boi de campinadeira
Descansava do trabalho admirando a capoeira
Vendo a casa por fora de alpendres rodeada
Um cepo velho rachado um banco e uma rede armada
Uma pedra de amolar e a cangalha pendurada
Em frente um juazeiro sombreava o ambiente
Atrás o curral de gado mantinha algumas sementes
São lembranças do sertão que guardo na minha mente
Emanoel Milhomens de Carvalho
Natal / 09/07/2011
A nossa Caatinga Serrana, coberta de flores, no período chuvoso, que chamamos de inverno, pois lá temos o tempo do verão e o inverno, que é atípico, chove muito, mas é operíodo do ano que se tem o sol mais forte. É lindo demais esse Bioma! (Fátima Alves- esposa de Emanoel, e Poetisa da Caatinga)
Voz poética Infanto juvenil de Joana Darc ( 13 anos) E minha sobrinha

Primeiros ensaios de Joana Darc (Poetisa encantense)
***Solidão***
Quando eu me sinto só
É sinal de solidão
E para me recuperar
Eu vou pensar...
O que me deiuxou tão só?
Então eu vou para a janela
Sonhar acordada
Sonhar no futuro
Que eu vou me formar e ser
Poeta e veterinária
Vou cuidar dos animais
E falar sobre a vida deles.
Autora: Joana Darc
Encanto: 2011
Eu Bebê
quando eu era bebê
Eu acho que as minhas
Primeiras palavras
Foram Mamãe e Papai.
E quando eu tinha
Seis meses era linda!
Morena com o cabelo
Curto e preto.
A minha irmã
Só tinha um ano
Mas já sabia
Andar e falar
Muito mais do que eu.
Ensaios poéticos de Joana Darc ( minha sobrinha) A menina de azul
Encanto / 2011
Assinar:
Postagens (Atom)