Canto do justo
Onde
estará a justiça da terra?
Parece
que vive sempre a dormir
Bem
escondida nas páginas das leis
E
se alguém tentar acordá-la
Nunca
se sabe se despertará
*****
A
justiça que ora estou a falar
É
com certeza a justiça da terra
Pois
eu bem sei, que a justiça do alto
Vem
com bem força na hora exata
E
as suas leis serão aplicadas
A
qualquer um que a ela chamar
*****
A
justiça da terra, essa é falha
Nela
é comum condenar inocentes
E
muitas vezes libertar criminosos
Ela é
difícil de compreender
A
gente não sabe se vai funcionar
*****
A
justiça de Deus é correta
E
está sempre do lado dos justos
Quem
clama a ela pode está certo
Que
a sua classe não importará
Ela
vai mesmo aonde chamar
E
funciona em qualquer
lugar
*****
Fátima Alves - Poetisa/ da Caatinga
Natal:2008
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Este espaço, tem como objetivo principal, divulgar as vozes poéticas da caatinga nordestina,em grandeza, beleza e dificuldades...Vozes daqueles(as) que vivem a respirar pela arte, o silêncio e os gritos do povo e da terra deste lugar... Mostraremos retratos sentimentais de um bioma rico em diversidade de vidas e culturas, mas que no entanto, pouco é estudado, e menos ainda compreendido...Um bioma que muda a cara para sobreviver as prolongadas estiagens...
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domingo, 30 de dezembro de 2012
Poetisa da Caatinga - Fátima Alves - Na busca pela Justiça
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