Se Deus quiser vou me embora pro sertão
Pois a saudade me aconselha o coração
Manda que eu vá convidar Dona Chiquinha
para ser minha madrinha na Fogueira de São João
Chegando lá desabafo minha mágoa
Encho uma garrafa d'água depois enterro no chão
Peço a São João que apele pro Soberano
Pra saber se para o ano chove cedo em meu torrão
Se Deus quiser vou me embora pro sertão
Pois a saudade me aconselha o coração
Manda que eu vá convidar Dona Chiquinha
para ser minha madrinha na Fogueira de São João
Chegando lá desabafo minha mágoa
Encho uma garrafa d'água depois enterro no chão
Peço a São João que apele pro Soberano
Pra saber se para o ano chove cedo em meu torrão
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Este espaço, tem como objetivo principal, divulgar as vozes poéticas da caatinga nordestina,em grandeza, beleza e dificuldades...Vozes daqueles(as) que vivem a respirar pela arte, o silêncio e os gritos do povo e da terra deste lugar... Mostraremos retratos sentimentais de um bioma rico em diversidade de vidas e culturas, mas que no entanto, pouco é estudado, e menos ainda compreendido...Um bioma que muda a cara para sobreviver as prolongadas estiagens...
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Caatinga/ mandacaru em flores
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